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Receber o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) já representa um grande desafio para muitas famílias. No entanto, além das preocupações relacionadas ao desenvolvimento da criança, inúmeros pais e responsáveis ainda precisam enfrentar outro obstáculo: a negativa de cobertura pelos planos de saúde.


Infelizmente, são frequentes as recusas para autorização de terapias essenciais ao desenvolvimento da pessoa com autismo, como ABA (Análise do Comportamento Aplicada), fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, psicopedagogia, fisioterapia, musicoterapia e assistência terapêutica.


Em muitos casos, os planos de saúde limitam a quantidade de sessões, negam profissionais especializados ou recusam integralmente o tratamento prescrito pelo médico assistente.


O que muitos consumidores não sabem é que o tratamento do autismo deve ser definido de acordo com as necessidades individuais do paciente e não com critérios administrativos ou financeiros impostos pela operadora.


Quando um médico ou equipe multidisciplinar indica determinada terapia, frequência ou intensidade de tratamento, a operadora não pode simplesmente substituir a avaliação clínica por decisões internas que coloquem em risco o desenvolvimento da criança, adolescente ou adulto com TEA.

As consequências dessas negativas podem ser graves.


O atraso no início das terapias ou a interrupção do tratamento pode comprometer habilidades importantes relacionadas à comunicação, autonomia, comportamento, interação social e aprendizagem, especialmente durante a primeira infância, período em que o cérebro apresenta maior capacidade de desenvolvimento.


As negativas mais comuns dos planos de saúde

Entre as recusas mais frequentes estão:


Quanto uma família pode gastar sem a cobertura do plano?

Quando o plano de saúde se recusa a fornecer o tratamento necessário, muitas famílias acabam custeando as terapias de forma particular para evitar prejuízos ao desenvolvimento da criança.

Em apenas um ano, os custos podem ultrapassar R$ 100.000,00, valor inacessível para grande parte das famílias brasileiras.

Por isso, buscar a garantia dos direitos da pessoa com autismo não representa apenas uma questão financeira, mas principalmente a proteção ao desenvolvimento, à inclusão e à qualidade de vida do paciente.


O direito ao tratamento adequado

A legislação brasileira assegura proteção especial às pessoas com autismo, garantindo acesso à saúde, à inclusão e ao tratamento adequado às suas necessidades.

Quando há negativa indevida, limitação injustificada ou demora excessiva na disponibilização das terapias, é possível buscar medidas para garantir o tratamento recomendado pelos profissionais responsáveis pelo acompanhamento do paciente.


Seu filho ou familiar teve tratamento negado pelo plano de saúde?

Se houve negativa de terapia ABA, acompanhante terapêutico, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia ou qualquer outro tratamento relacionado ao autismo, é importante analisar o caso o quanto antes.


Cada dia sem tratamento pode representar uma oportunidade perdida de desenvolvimento.


Entre em contato para avaliar seu caso.

Nossa equipe analisará a negativa apresentada pelo plano de saúde e verificará as medidas cabíveis para garantir o acesso ao tratamento necessário.